quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

ORIENTAÇOES PARA ORGANIZAÇÃ DE ROTINA

ORIENTAÇÕES PARA ORGANIZAÇÃO DE ROTINA

ROTINA ESCOLAR ORIENTAÇÕES PARA PROFESSOR E ALUNO ORGANIZAREM AS ATIVIDADES DIÁRIAS...
É a hora da retomada. A primeira semana após o fim das férias costuma ser de encontros e expectativas. Planejar-se e organizar uma rotina é de fundamental importância, uma vez que a mesma representa segurança pelo fato de ser previsível, não gerando ansiedade e/ou desorientação. No entanto, a rotina não deve ser vista como sendo rígida e estática. Ela deverá sim, ter uma espinha dorsal, mas com mobilidade, quando necessário. Então seguem algumas dicas...· Levar a criança para conhecer as dependências da escola, tanto o espaço interno como externo;· O nome dos amiguinhos e do professor devem ficar bem registrados para a criança;· Apresentar a sala de aula, os materiais, livros, etc para assim criar um interesse em relação à classe;· Atividades bem atrativas e diferentes também são muito importantes nas primeiras semanas (histórias com fantoches, caça tesouro, muita música e brincadeiras);· Recebê-las em espaço diferentes também é muito importante, assim ela vai se familiarizando com todos os espaços da escola. (se for possível);· Iniciar a aula com os alunos em roda para uma conversa informal e esclarecer (apresentar) a rotina organizada para o dia;· É de fundamental importância a roda de história, que deve ser mantida durante todo o ano e para todas as Classes; contar história para o aluno é se mostrar um leitor de fato;Por ser considerada como instrumento de dinamização da aprendizagem, a rotina é um facilitador das percepções infantis sobre o tempo e espaço. Sendo compreensível e claramente definida é, também, fator de segurança. Assim, serve para orientar as ações das crianças e dos professores e favorece a previsão de situações que possam vir a acontecer.Por caracterizar-se como facilitadora da aprendizagem, a rotina, então, não deve transformar-se numa planilha diária de atividades, rígida e inflexível, exigindo a adaptação da criança a ela. Ao contrário, a rotina considera a criança e ela deve adequar-se, atendendo ao ritmo, às possibilidades e necessidades de cada uma.A organização do tempo precisa ensejar alternativas diversas e, freqüentemente, simultâneas de atividades mais ou menos movimentadas, individuais ou grupais, que exijam maior ou menor grau de concentração da atenção; determinar a hora da recreação, do jogo, da história, da escrita, da leitura...
São objetivos das rotinas, em geral:· Promover a interação e o entrosamento de todos os membros do grupo, gerando socialização, extroversão, espontaneidade;· Oportunizar a construção do conhecimento relativo aos diferentes conteúdos (conceituais, procedimentais e atitudinais);· Proporcionar o desenvolvimento do raciocínio, da memória, da imaginação, da capacidade de concentrar, atenção;· Valorizar a presença e a participação de cada criança, nas atividades, permitindo rodízio equitativo entre todos, sem vantagens ou desvantagens;· Delegar funções e dividir responsabilidades, visando atingir a necessidade psicossocial da criança como cidadã e como sujeito de sua própria aprendizagem;· Propiciar a exploração das atividades iniciais, em cada dia, de forma interdisciplinar, aproveitando diferentes situações para desenvolver diferentes conteúdos ou ampliar conceitos e vivências;· Atender às necessidades de variação, criação e alternância, a partir das atividades constantes como rotineiras.
Agora mãos à obra... que tal organizar a sua rotina?
* Procure definir na sua rotina quais atividades serão permanentes e quais serão esporádicas. Mantenha sempre a Roda de História (início ou final da aula); lembre-se de que contar ou ler histórias é um momento singular e que o mesmo deve ser planejado, e as histórias devem ser escolhidas e lidas previamente pelo professor. Além do mais, é muito importante criar uma atmosfera de envolvimento e encantamento que deve prevalecer neste momento.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

modelos de planejamento 1


EDUCAÇÃO INFANTIL
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Linguagem Oral· ouvir, criar e narrar histórias oralmente;· conhecer diferentes modalidades de linguagem ( história, poesias, piadas, músicas);· estabelecer trocas verbais com seus colegas e adultos- linguagem socializada-através de diálogo e não linguagem egocêntrica;· ampliar seu vocabulário;· vincular o discurso oral com o texto escrito.b)Linguagem Escrita· compreender a funcionalidade da escrita;· reconhecer as diferentes formas de registros da língua escrita;· construir sua escrita na fase silábica, atribuindo a cada grafia o valor de uma sílaba;· reconhecer sons e grafias das letras do alfabeto, através da construção do alfabeto concreto;· iniciar a escrita de palavras contextualizadas;· criar textos significativos;· produzir escritas espontânea;· identificar diferentes portadores de texto no aspecto estrutural e lingüístico.c)Linguagem Sonora / Musical· perceber diferentes sons produzidos pelo corpo, objetos, natureza, etc.;· adquirir noção de sons: duração, ritmo e intensidade;· utilizar e criar melodias, músicas e rimas;· cantar e dramatizar músicas com criações próprias.d)Linguagem Corporal· explorar suas possibilidades de movimentos corporais;· imitar, reproduza ou recrie movimentos corporais, com ou sem fundo musical orientador;· realizar movimentos leves, fortes, rápidos, utilizando várias áreas do espaço;· realizar movimentos leves, fortes, rápidos, utilizando várias áreas de espaço;· reelaborar o real através do imaginário;· expressar idéias simples com o próprio corpo;e)Linguagem Plástica· produzir desenhos na fase pré-esquemática;

2-RACIOCÍNIO LÓGICO MATEMÁTICOa)Classificação· classificar objetos com mais de um atributo;· estabelecer critérios de agrupamentos, a partir da observação e comparação de objetos ( maior/menor, grosso/fino, grande/pequeno, duro/mole, quente/frio, seco/molhado);· estabelecer símbolos para caracterização de agrupamentos;· reconhecer as formas geométricas;· estabelecer correspondência um a um;· ampliar sua noção de pertinência ( pertence e não pertence);· comparar características dos objetos para formação de pares.b)Seriação· realizar arranjos lineares dos atributos dos objetos;· ordenar conjuntos de objetos que apresentam entre si diferença constante;· estabelecer correspondência serial;· representar séries graficamente;· nomear os elementos da série.c)Sequenciação· identificar, reconhecer e estabelecer seqüências através de movimentos corporais, discriminação auditiva, manipulação de materiais e representações gráficas;· estabelecer seqüências temporais: ontem / hoje / amanhã; passado/ presente/ futuro, manhã / tarde / noite, dias da semana.d)Medida· comparar objetos e/ou pessoas segundo determinadas propriedades mensuráveis;· estabelecer medidas de comprimento utilizando palmo, pés e passos.e)Espaço· identificar situações dinâmica dos objetos ou pessoas, sempre indicando movimento: de um lado e de outro; pra frente / para trás; para o lado, para cima, para baixo; na mesma direção / mudando de direção; ordenar elementos variados; lateralidade: esquerda / direita tendo objetos como referencial.f)Tempo· Desenvolver a habilidade de estabelecer relações entre passado / presente / futuro ( antes, agora e depois); hoje e ontem; dias da semana.g)Quantificação / Número· manipular objetos contáveis estabelecendo correspondência um a um;· comparar quantidades;· reconhecer os números no contexto da atividade;· explorar contagem de rotina.3-CIÊNCIAS SOCIAISa)Grupo Social· Conhecer o nome das pessoas de sua família, relações de parentesco e funções que elas exercem ( num contexto mais amplo: avós, tios, primos, netos...);· Compreender a importância das regras e convenções sociais ( por favor, com licença, muito obrigado, ...);· Identificar e respeite os direitos e deveres de cada pessoa da família e da escola;· Identificar as funções das pessoas que trabalham na escola;· Desenvolver atitudes de tolerância, solidariedade, amizade e respeito.b) Tempo· confrontar a sua vida com a história de vida das demais pessoas.c) Espaço· conhecer local e tipo de moradia;· explorar bairro onde mora e onde estuda;· estabelecer pontos de referência à sua casa, escola e vizinhança;· explorar novos espaços e cada vez mais amplos.d)Elementos Sócio- Culturais do Cotidiano· identificar os tipos de construção, tipos étnicos ( com hábitos e costumes), existentes em seu ambiente;· conheça a importância das datas comemorativas e significativas (aniversários, cívicas e folclóricas);· reconheça a importância dos meios de comunicação no seu cotidiano.e) Elementos Sócio-Culturais do Cotidiano· identificar os tipos de construção, tipos étnicos ( com hábitos e costumes), existentes em seu ambiente;· Conhecer a importância das datas comemorativas e significativas ( aniversários, cívicas e folclóricas);· Reconhecer a importância dos meios de comunicação no seu cotidiano.e)Trabalho· Identificar a importância do trabalho para a vida;· Estabelecer relações entre trabalho e sobrevivência;· Reconhecer o valor do trabalho cooperativo e organizado e sua importância para a sociedade.4-CIÊNCIAS NATURAISa)Ser Humano· conhecer e identificar partes e órgãos do corpo e suas funções ( (movimentos respiratórios, pulsação e batimentos cardíacos, transpiração e eliminação);· explorar os órgãos dos sentidos;· estabelecer semelhanças e diferenças entre o seu corpo e o de outras pessoas;· Valorizar a prática cotidiana de hábitos favoráveis à saúde.b)Animais· identificar os usos feitos pelo homem ( alimentação, criação, transporte, exploração, extinção);· identificar a preocupação com o equilíbrio da natureza, cadeia alimentar, preservação.c)Meio Ambiente· observar, perguntar, interpretar e registrar experiências relacionadas a terra, ar, água e fogo;· observar os fenômenos da natureza ( chuva / sol, dia / noite, vento,ar, rios );· observar e realizar misturas de materiais diferentes ( café com leite, leite com chocolate, água e açúcar, e sal, óleo, e areia, etc. );· conhecer e realizar comparações entre estações do ano, o dia e a noite, alguns astros, explorando semelhanças e diferenças.5 ANOS – PRÉ-ESCOLA1-COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃOa) Linguagem Oral· narrar histórias conhecidas;· interpretar e reproduzir histórias oralmente;· ampliar seu vocabulário e aprimorar sua fluência verbal – concordância;· cantar músicas conhecidas ou inventadas;· contar, recontar e reinventar histórias, a partir de situações vividas ou criadas;· expressar sentimentos, interesses pessoais, e opiniões durante as conversas informais e formais;· valorizar e empregar o diálogo como forma de explicitar conflitos e tomar decisões coletivas;· conhecer diferentes modalidades de linguagem: poesia, quadrinha, provérbio, narração, piada, brinquedo cantado, advinhas, trava-línguas, parlendas.b)Linguagem Escrita· perceber a escrita como representação da fala e as letras como representação dos fonemas;· compreender que os caracteres da escrita correspondam a valores menores quais sílabas ( antecipação quantitativa );· compreender que a letra que inicia cada escrita não é fixa nem aleatória: é uma das letras que corresponde ao valor sonoro da primeira sílaba da palavra;· elaborar sistematicamente uma análise dos fonemas das palavras que vai escrever;· conhecer, identificar e nomear as letras do alfabeto de forma contextualizada;· produzir a escrita no nível alfabético;· reconhecer e compreender a função social da língua escrita;· construir diferentes textos: informativos, narrativos, jornalísticos, literários e do seu cotidiano;· identificar e produzir palavras, frases com sílabas simples.Obs: Apresentar à criança todos os tipos de letra de maneira contextualizada; porém o trabalho com letra cursiva deverá ser iniciado após a maioria do grupo ter atingido o nível alfabético.c)Linguagem Sonora / Musical· criar e recriar novas músicas;· reconhecer tipos de sons naturais, artificiais e ruídos;· cantar e dramatizar histórias, músicas, et.d)Linguagem Corporal· desenvolver a imaginação e a criatividade associadas ao movimento;· dramatizar de forma criativa;· dramatizar com recursos: fantoche, sombra, máscaras, livros e marionetes.e)Linguagem Plástica· manipular, criar e construir com diferentes materiais: massa, tinta, argila, papel machê;· utilizar técnicas plásticas tais como desenho, modelagem recorte, colagem, impressão e pintura;· produzir desenhos explorando a fase esquemática.1-RACIOCÍNIO LÓGICO – MATEMÁTICOa)Classificação· agrupar elementos segundo os atributos;· adquirir noção de pertinência;· classificar por negação;· descobrir atributos não evidentes entre objetos;· perceber características físicas como atributo, e o número de variáveis do atributo levantado.b)Seqüência· promover situações em que a criança: estabeleça seqüência temporal considerando dias da semana, semana do mês, meses do ano e ano.c)Seriação· organizar séries de elementos segundo seus atributos em ordem crescente e decrescente;· quantificar séries;· realizar construção conjunta de várias séries.d)Medida· comparar comprimentos / capacidade / altura / distância e peso dos objetos, utilizando diferentes recursos ( corpo, barbante, passos, régua, etc. );· realizar construções no mesmo nível de um modelo;· realizar construções em desnível.e)Tempo· promover situações em que a criança estabeleça relações de temporalidade considerando espaço e tempo vivido e percebido (ontem, hoje e amanhã).f) Espaço· favorecer situações em que a criança possa identificar e comparar a situação dinâmica dos objetos / pessoas em relação aos conceitos de lateralidade, posição e distância.g) Número· compreender a funcionalidade da escrita dos numerais ( talão de cheques, telefone, placa de carro, etc. );· identificar signos numéricos;· reconhecer e corresponder quantidades;· corresponder numerais às quantidades;· identificar diferentes formas de agrupamento;· pensar e verbalizar logicamente um determinado fato ou operação;· identificar, concretamente, a adição como situação- problema que envolve a idéia de juntar;· identificar concretamente, a subtração como situação-problema que envolve a idéia de tirar, comparar ou de completar;· identificar, concretamente a divisão como situação-problema que envolve a idéia de separar uma coleção em grupos, com o mesmo número de objetos.3-CIÊNCIAS SOCIAISa) Grupo Social· reconhecer suas possibilidades em casa e na escola;· conhecer percurso de casa até a escola;· identificar as relações existentes entre as pessoas ( parentesco, amizade, trabalho estudo);· identificar a origem da família e procedência;· conhecer aspectos da vida rural e urbana;· perceber a existência de diferentes modelos de família e de diversos valores e costumes;· compreender a história da escola, a organização e funcionamento da mesma;· demonstrar atenção e consideração pelo outro, assumindo atitudes de respeito à propriedade alheia e direto do outro.·b) Tempo· perceber a ordenação / duração / sucessão de acontecimentos;· perceber que as pessoas e os demais seres vivos se transformam com o tempo.c) Espaço· estabelecer relações entre vizinhança, amizade e trabalho;· estabelecer relações entre distância percorrida, da casa à escola, em termos de perto, longe, e número aproximado de quadras;· explorar espaços novos e cada vez mais amplos.d) Elementos Sócio-Culturais do Cotidiano· reconhecer os símbolos nacionais;· conhecer as dinâmicas do meio social em situações específicas como: eleições, processos de compra,venda e troca, campanhas de saúde, de solidariedade e educativas;· conhecer seus direitos estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.e) Trabalho· reconhecer na transformação do meio, o fruto do trabalho;· perceber a ação do homem sobre os recursos da natureza;· conhecer processos de industrialização;· identificar o valor dos diferentes tipos de trabalho – manual e intelectual.1- CIÊNCIAS NATURAISa) Ser Humano· reconhecer as etapas da vida – crescimento e desenvolvimento e identificar a fase em que se encontra;· conhecer o conceito de saúde;· conhecer a importância da prevenção de acidentes e de doenças;· conhecer a importância das vacinações como meio de prevenir algumas doenças próprias da infância;b) Animais· observar o ciclo de vida dos animais (nascimento, crescimento, reprodução e morte);· confrontar opiniões referente ao aprisionamento, maltratos e extinção de animais.

modelos de planejamentos





EDUCAÇÃO INFANTIL

PORTUGUÊS/PRONTIDÃO/LINGUAGEM
OBJETIVO
Ampliar a coordenação viso-motora, na busca do desenvolvimento integral da criança.
Desenvolver vocabulário, linguagem e a comunicação entre os alunos.
Reconhecer, ler e escrever vogais encontros vocálicos e o alfabeto.
Desenvolver interesse e atenção por músicas, leitura, histórias e escrita.
Preparar o aluno para que fique apto ao processo de alfabetização no Pré – 3º Estágio.
Iniciação as famílias silábicas.
CONTEÚDO
Período Preparatório: traçar linhas (retas, curvas, sinuosas e mistas), desenho livre, labirinto, pintura, recorte, colagem, pontilhado, atividade gráficas e no caderno pedagógico, etc.
Estudo das vogais: reconhecer, ler, traçar e escrever as vogais.
Encontros Vocálicos: identificar, ler e escrever, palavras formadas apenas por encontros vocálicos.
Estudo do Alfabeto: identificar visual e auditivamente as letras do alfabeto, cobrir e copiar as letras maiúsculas e minúsculas (de imprensa e cursiva).
Famílias Silábicas: proporcionar aos alunos atividades referentes as famílias silábicas, de forma natural e espontânea, pois terão continuidade no Pré – 3º Estágio.
ESTRATÉGIA
Utilizar: caderno, atividades gráficas, desenho, pintura colagem, recorte e o material escolar.
Confeccionar cartazes, murais, parlendas, poesias e etc.
Histórias, músicas, vídeo e livros.
Atividades com sucatas (ex: embalagens).
Jogos, brincadeiras e material pedagógico.
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua e diária através da participação, interesse e execução das atividades feita pelos alunos.
Correção das lições e atividades.
Verificação da aprendizagem: leitura, identificação e assimilação das atividades, exercícios gráficos.
MATEMÁTICA –
OBJETIVO
Desenvolver e ampliar os conceitos matemáticos para que os alunos possam executar as atividades propostas com interesse, atenção e principalmente que ocorra assimilação e aprendizagem.
Identificar números, cores, formas geométricas, medidas, etc.
Desenvolver raciocínio lógico-matemático.
Desenvolver o processo de adição.
CONTEÚDO
Estruturas Lógicas: discriminação: semelhanças e diferenças; conjuntos; identificação/comparação.
Numerais: revisão dos números (0 até 9), idéia de unidade, número 0 (zero), unidade e dezena, idéia de ordinal, números de 0 até 20, quantidades: igual/diferente, mais/menos, cheio/vazio.
Operação com Números: adição: total até 9.
Espaço e forma: traçado de linhas: curvas (aberto/fechado), posicionamento: frente/ atrás, em cima/embaixo, dentro/fora, longe/perto, primeiro/último, direita/esquerda; identificação de figuras geométricas (círculo, triângulo, retângulo, quadrado).
Medidas: tamanho: maior/menos, grande/pequeno; espessura: grosso/fino, largo/estreito.
Fração: inteiro/metade.
ESTRATÉGIA
Utilizar: figuras, desenhos, cartazes, lousa, material escolar, caderno quadriculado, atividades gráficas.
Confeccionar: cartazes, murais, fichas, números.
Recorte, colagem e pintura.
Atividade com sucatas.
Músicas e histórias.
Jogos, brincadeiras e material pedagógico.
AVALIAÇÃO
Avaliação através das atividades realizadas pelos alunos e correções das lições, sempre verificando a participação, interesse e aprendizagem.
Avaliação contínua e diária desenvolvendo raciocínio lógico-matemático.
ARTES PLÁSTICAS
OBJETIVO
Desenvolver a potencialidade criadora de cada aluno, respeitando suas naturais limitações.
Desenvolver habilidades e formas próprias desenhando, pintando, construindo e modelando.
Desenvolver o domínio de técnicas, instrumentos e procedimentos expressivos.
Desenvolver a habilidade de discriminar cor, forma, dimensão, espaço, harmonia.
CONTEÚDO
Desenho.
Pintura.
Impressão.
Recorte.
Alinhavo.
Tapeçaria.
Colagem.
Modelagem.
Dobradura.
Montagem.
Construção.
ESTRATÉGIA
Atividades gráficas como desenhos, para pintura, recorte e colagem.
Tinta, pincel, cola, tesoura, papel de diferentes tipos, formas e cores.
Revista, jornal e sucata.
Barbante, lã, linhas, madeira, argila, algodão, gesso, garrafa, etc.
AVALIAÇÃO
Avaliação será continua e diária através dos trabalhos e atividades realizados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: criatividade, interesse, espontaneidades, auto-estima, capricho, atenção, curiosidade, raciocínio, cooperação, companheirismo e a motivação.
CIÊNCIAS
OBJETIVO
Identificar as diversas partes do corpo e suas funções.
Formar bons hábitos de higiene e saúde.
Identificar o valor nutritivo e a procedências dos alimentos.
Identificar e observar o processo de germinação e crescimento das plantas.
Identificar, distinguir e caracterizar os animais.
Desenvolver habilidades como: observação, analise, descrição, classificação e medida.
Explorar o ambiente em que vive.
CONTEÚDO
As Partes do Corpo/Higiene e Saúde/Órgãos do sentido.
Alimento/Culinária.
Plantas/Horticultura.
Animais.
ESTRATÉGIA
Explorar o meio em que estamos.
Confecção de cartazes, desenhos, figuras, fotos, atividades gráficas.
Pinturas colagens, recortes.
Horta.
Passeios, excursões.
Atividades com os próprios alunos (jogos e brincadeiras).
Músicas, histórias, diálogos, conversa dirigida, atividade com sucatas.
Alimentos (frutas, verduras, legumes).

AVALIAÇÃO
Avaliação contínua e diária através das atividades e exercícios realizados e executados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: interesse, atenção, cooperação, espontaneidade, aprendizagem, capacidades de observação, análises e etc.
INTEGRAÇÃO SOCIAL
OBJETIVO
Adaptar a criança à escola e à vida social.
Promover condições de um convívio agradável.
Desenvolver atitudes de polidez, respeito e cooperação.
Adquirir habilidades sociais.
Compreender a necessidade da cooperação de todos os membros da família e da escola, entre si.
Desenvolver: atividades e conhecimentos sociais, habilidades de disciplina, independência e habilidades quanto ao trabalho.
CONTEÚDO
Eu/Família.
Casa/Comunidade.
Escola.
Meios de Transporte/Meios de Comunicação.
Datas Comemorativas:
(Alguns exemplos) Carnaval, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, 07 de Setembro, Dia das Crianças, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
ESTRATÉGIA
Desenhos, cartazes, músicas, jogos, brincadeiras, atividades com sucata, folhas (atividades gráficas), pintura, recortes e colagens.
Festas, bailes, exposição, excursão ou passeios.
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua através das atividades e exercícios realizados e propostos aos alunos, no qual se verifica o: interesse, assimilação, compreensão, aprendizagem, comportamento, espontaneidade, capacidade, cooperação, participaç.
OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS
Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.Permitir que a criança seja independente.
Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
Mante-la ocupada.
Levar a criança a participar das atividades de grupo.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009



Historinhas infantis

















JOÃO E MARIA





Às margens de uma extensa mata existia, há muito tempo, uma cabana pobre, feita de troncos de árvore, na qual morava um lenhador com sua segunda esposa e seus dois filhinhos, nascidos do primeiro casamento. O garoto chamava-se João e a menina, Maria.A vida sempre fora difícil na casa do lenhador, mas naquela época as coisas haviam piorado ainda mais: não havia comida para todos.— Minha mulher, o que será de nós? Acabaremos todos por morrer de necessidade. E as crianças serão as primeiras…— Há uma solução… — disse a madrasta, que era muito malvada. — Amanhã daremos a João e Maria um pedaço de pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos.O lenhador não queria nem ouvir falar de um plano tão cruel, mas a mulher, esperta e insistente, conseguiu convencê-lo.No aposento ao lado, as duas crianças tinham escutado tudo, e Maria desatou a chorar.— Não chore — tranqüilizou-a o irmão — Tenho uma idéia.Esperou que os pais estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um punhado de pedrinhas brancas que brilhavam ao clarão da lua e as escondeu no bolso. Depois voltou para a cama.No dia seguinte, ao amanhecer, a madrasta acordou as crianças.As crianças foram com o pai e a madrasta cortar lenha na floresta e lá foram abandonadas.João havia marcado o caminho com as pedrinhas e, ao anoitecer, conseguiram voltar para casa.O pai ficou contente, mas a madrasta, não. Mandou-os dormir e trancou a porta do quarto. Como era malvada, ela planejou levá-los ainda mais longe no dia seguinte.João ouviu a madrasta novamente convencendo o pai a abandoná-los, mas desta vez não conseguiu sair do quarto para apanhar as pedrinhas, pois sua madrasta havia trancado a porta. Maria desesperada só chorava. João pediu-lhe para ficar calma e ter fé em Deus. Antes de saírem para o passeio, receberam para comer um pedaço de pão velho. João, em vez de comer o pão, guardou-o.Ao caminhar para a floresta, João jogava as migalhas de pão no chão, para marcar o caminho da volta.Chegando a uma clareira, a madrasta ordenou que esperassem até que ela colhesse algumas frutas, por ali. Mas eles esperaram em vão. Ela os tinha abandonado mesmo!- Não chore Maria, disse João. Agora, só temos é que seguir a trilha que eu fiz até aqui, e ela está toda marcada com as migalhas do pão. Só que os passarinhos tinham comido todas as migalhas de pão deixadas no caminho.
As crianças andaram muito até que chegaram a uma casinha toda feita com chocolate, biscoitos e doces. Famintos, correram e começaram a comer. De repente, apareceu uma velhinha, dizendo: - Entrem, entrem, entrem, que lá dentro tem muito mais para vocês. Mas a velhinha era uma bruxa que os deixou comer bastante até cairem no sono e confortáveis caminhas. Quando as crianças acordaram, achavam que estavam no céu, parecia tudo perfeito. Porém a velhinha era uma bruxa malvada que e aprisionou João numa jaula para que ele engordasse. Ela queria devorá-lo bem gordo. E fez da pobre e indefesa Maria, sua escrava. Todos os dias João tinha que mostrar o dedo para que ela sentisse se ele estava engordando. O menino, muito esperto, percebendo que a bruxa enxergava pouco, mostrava-lhe um ossinho de galinha. E ela ficava furiosa, reclamava com Maria:- Esse menino, não há meio de engordar. - Dê mais comida para ele! Passaram-se alguns dias até que numa manhã assim que a bruxa acordou, cansada de tanto esperar, foi logo gritando:- Hoje eu vou fazer uma festança. - Maria, ponha um caldeirão bem grande, com água até a boca para ferver. - Dê bastante comida paro seu o irmão, pois é hoje que eu vou comê-lo ensopado. Assustada, Maria começou a chorar. — Acenderei o forno também, pois farei um pão para acompanhar o ensopado. Disse a bruxa. Ela empurrou Maria para perto do forno e disse: _Entre e veja se o forno está bem quente para que eu possa colocar o pão.A bruxa pretendia fechar o forno quando Maria estivesse lá dentro, para assá-la e comê-la também. Mas Maria percebeu a intenção da bruxa e disse:- Ih! Como posso entrar no forno, não sei como fazer? - Menina boba! disse a bruxa. Há espaço suficiente, até eu poderia passar por ela.A bruxa se aproximou e colocou a cabeça dentro do forno. Maria, então, deu-lhe um empurrão e ela caiu lá dentro . A menina, então, rapidamente trancou a porta do forno deixando que a bruxa morresse queimada.Mariazinha foi direto libertar seu irmão.Estavam muito felizes e tiveram a idéia de pegarem o tesouro que a bruxa guardava e ainda algumas guloseimas .Encheram seus bolsos com tudo que conseguiram e partiram rumo a floresta.Depois de muito andarem atravessaram um grande lago com a ajuda de um cisne.Andaram mais um pouco e começaram a reconhecer o caminho. Viram de longe a pequena cabana do pai.Ao chegarem na cabana encontraram o pai triste e arrependido. A madrasta havia morrido de fome e o pai estava desesperado com o que fez com os filhos.Quando os viu, o pai ficou muito feliz e foi correndo abraça-los. Joãozinho e Maria mostraram-lhe toda a fortuna que traziam nos seus bolsos, agora não haveria mais preocupação com dinheiro e comida e assim foram felizes para sempre.




















































CHAPEUZINHO VERMELHO













































Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho, que tinha esse apelido pois desde pequenina gostava de usar chapéus e capas desta cor.
Um dia, sua mãe pediu:
- Querida, sua avó está doente, por isso preparei aqueles doces, biscoitos, pãezinhos e frutas que estão na cestinha. Você poderia levar à casa dela?
- Claro, mamãe. A casa da vovó é bem pertinho!
- Mas, tome muito cuidado. Não converse com estranhos, não diga para onde vai, nem pare para nada. Vá pela estrada do rio, pois ouvi dizer que tem um lobo muito mau na estrada da floresta, devorando quem passa por lá.
- Está bem, mamãe, vou pela estrada do rio, e faço tudo direitinho!
E assim foi. Ou quase, pois a menina foi juntando flores no cesto para a vovó, e se distraiu com as borboletas, saindo do caminho do rio, sem perceber.
Cantando e juntando flores, Chapeuzinho Vermelho nem reparou como o lobo estava perto...
Ela nunca tinha visto um lobo antes, menos ainda um lobo mau. Levou um susto quando ouviu:
- Onde vai, linda menina?
- Vou à casa da vovó, que mora na primeira casa bem depois da curva do rio. E você, quem é?
O lobo respondeu:
- Sou um anjo da floresta, e estou aqui para preteger criancinhas como você.
- Ah! Que bom! Minha mãe disse para não conversar com estranhos, e também disse que tem um lobo mau andando por aqui.
- Que nada - respondeu o lobo - pode seguir tranqüila, que vou na frente retirando todo perigo que houver no caminho. Sempre ajuda conversar com o anjo da floresta.
- Muito obrigada, seu anjo. Assim, mamãe nem precisa saber que errei o caminho, sem querer.
E o lobo respondeu:
- Este será nosso segredo para sempre...
E saiu correndo na frente, rindo e pensando:
(Aquela idiota não sabe de nada: vou jantar a vovozinha dela e ter a netinha de sobremesa ... Uhmmm! Que delícia!)
Chegando à casa da vovó, Chapeuzinho bateu na porta:
- Vovó, sou eu, Chapeuzinho Vermelho!
- Pode entrar, minha netinha. Puxe o trinco, que a porta abre.
A menina pensou que a avó estivesse muito doente mesmo, para nem se levantar e abrir a porta. E falando com aquela voz tão estranha...
Chegou até a cama e viu que a vovó estava mesmo muito doente. Se não fosse a touquinha da vovó, os óculos da vovó, a colcha e a cama da vovó, ela pensaria que nem era a avó dela.
- Eu trouxe estas flores e os docinhos que a mamãe preparou. Quero que fique boa logo, vovó, e volte a ter sua voz de sempre.
- Obridada, minha netinha (disse o lobo, disfarçando a voz de trovão).
Chapeuzinho não se conteve de curiosidade, e perguntou:
- Vovó, a senhora está tão diferente: por que esses olhos tão grandes?
- É prá te olhar melhor, minha netinha.
- Mas, vovó, por que esse nariz tão grande?
- É prá te cheirar melhor, minha netinha.
- Mas, vovó, por que essas mãos tão grandes?
- São para te acariciar melhor, minha netinha.
(A essa altura, o lobo já estava achando a brincadeira sem graça, querendo comer logo sua sobremesa. Aquela menina não parava de perguntar...)
- Mas, vovó, por que essa boca tão grande?
- Quer mesmo saber? É prá te comer!!!!
- Uai! Socorro! É o lobo!
A menina saiu correndo e gritando, com o lobo correndo bem atrás dela, pertinho, quase conseguindo pegar.
Por sorte, um grupo de caçadores ia passando por ali bem na hora, e seus gritos chamaram sua atenção.
Ouviu-se um tiro, e o lobo caiu no chão, a um palmo da menina.
Todos já iam comemorar, quando Chapeuzinho falou:
- Acho que o lobo devorou minha avozinha.
- Não se desespere, pequenina. Alguns lobos desta espécie engolem seu jantar inteirinho, sem ao menos mastigar. Acho que estou vendo movimento em sua barriga, vamos ver...
Com um enorme facão, o caçador abriu a barriga do lobo de cima abaixo, e de lá tirou a vovó inteirinha, vivinha.
- Viva! Vovó!
E todos comemoraram a liberdade conquistada, até mesmo a vovó, que já não se lembrava mais de estar doente, caiu na farra.
"O lobo mau já morreu. Agora tudo tem festa: posso caçar borboletas, posso brincar na floresta."






DONA BARATINHA












Dona Baratinha
Era uma vez uma baratinha que varria o salão quando, de repente, encontrou uma moedinha:
- Obá! Agora fiquei rica, e já posso me casar!
Este era o maior sonho da Dona Baratinha, que queria muito fazer tudo como tinha visto no cinema:
Então, colocou uma fita no cabelo, guardou o dinheiro na caixinha, e foi para a janela cantar:
- Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?
Um ratinho muito interesseiro estava passando por ali, e ficou imaginando o grande tesouro que a baratinha devia ter encontrado para cantar assim tão feliz.
Tentou muito chamar sua atenção e dizer: "Eu quero! Eu quero!" Mas ele era muito pequeno e tinha a voz muito fraquinha e, enquanto cantava, Dona Baratinha nem ouviu.
Então chegou o , com seu latido forte, foi logo dizendo: - Eu quero! Au! Au!
Mas, Dona Baratinha se assustou muito com o barulhão dele, e disse:
- Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão!
E o cachorrão foi embora.
O ratinho pensou: agora é minha vez! Mas...
- Eu quero, disse o elefante.
Dona Baratinha, com medo que aquele animal fizesse muito barulho, pediu que ele mostrasse como fazia. E ele mostrou:
- Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão!
E o elefante foi embora.
O ratinho pensou novamente: "Agora é a minha vez!", mas...
Outro animal já ia dizendo bem alto: "Eu quero! Eu quero!"
E Dona Baratinha perguntou:
- Como é o seu barulho?
- GRRR!
- Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão!
E vieram então vários outros animais: o rinoceronte, o leão, o papagaio, a onça, o tigre ... A todos Dona Baratinha disse não: ela tinha muito medo de barulho forte.
E continuou a cantar na janela:
- Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?
Também veio o urso, o cavalo, o galo, o touro, o bode, o lobo, ... nem sei quantos mais.
A todos Dona Baratinha disse não.
Já estava quase desistindo de encontar aquele com quem iria se casar.
Foi então que percebeu alguém pulando, exausto de tanto gritar: "Eu quero! Eu quero!"
- Ah! Achei alguém de quem eu não tenho medo! E é tão bonitinho! - disse a Dona Baratinha. Enfim, podemos nos casar!
Então, preparou a festa de casamento mais bonita, com novas roupas, enfeites e, principalmente, comidas.
Essa era a parte que o Ratinho mais esperava: a comida.
O cheiro maravilhoso do feijão que cozinhava na panela deixava o Ratinho quase louco de fome. Ele esperava, esperava, e nada de chegar a hora de comer.
Já estava ficando verde de fome!
Quando o cozinheiro saiu um pouquinho de dentro da cozinha, o Ratinho não aguentou:
- Vou dar só uma provadinha na beirada da panela, pegar só um pedacinho de carne do feijão, e ninguém vai notar nada...
Que bobo! A panela de feijão quente era muito perigosa, e o Ratinho guloso não devia ter subido lá: caiu dentro da panela de feijão, e nunca mais voltou.
Dona Baratinha ficou muito triste que seu casamento tenha acabado assim.
No dia seguinte, decidiu voltar à janela novamente e recomeçar a cantar, mas...
Desta vez iria prestar mais atenção em tudo o que era importante para ela, além do barulhão, é claro!
- Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?

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